segunda-feira, 25 de abril de 2011

gravura e trecho final do poema-anel "Liubliú" (Amo), de Maiakovski

Não acabarão nunca com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente.
 



          [por Vladímir Maiakóvski (1922)]

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